Você sabe quando fazer a mamografia?

O câncer de mama é hoje o tumor maligno mais frequente entre mulheres no Brasil
(excluído o de pele não melanoma). Para o último triênio (2023 a 2025), o INCA estima 73 mil casos novos ao ano no país, mantendo a doença como prioridade em saúde pública.

Quando identificado em estágios iniciais, o tratamento é menos agressivo e as taxas de sobrevida são significativamente maiores, como reconhecem órgãos internacionais e nacionais de referência.
Realizar os exames clínicos e mamografias regularmente, com acompanhamento profissional, além do autoconhecimento do próprio corpo, são fatores muito importantes na detecção precoce e eficaz da doença.

Sinais de alerta (procure atendimento se notar)
– Nódulo ou endurecimento da mama/axila que não desaparece ao longo do ciclo.
– Alterações da pele (aspecto de “casca de laranja”), vermelhidão persistente,
retrações.
– Alterações do mamilo (inversão recente, secreção sanguinolenta). Tais achados não
significam necessariamente câncer, mas exigem avaliação.


Fatores de risco e proteção
– Idade e histórico familiar/mutações (BRCA1/BRCA2) elevam o risco.
– Sobrepeso/obesidade pós-menopausa, álcool e inatividade física aumentam a
probabilidade de adoecimento.
– Amamentação e manter IMC adequado estão associados a menor risco.

Homens também podem ter
O câncer de mama, apesar de raro, também pode acometer homens (cerca de 1% dos
casos). Qualquer alteração mamária no homem deve ser investigada.


Como é feito o diagnóstico

Começa com exame clínico e mamografia; ultrassom e biópsia confirmam o tipo tumoral. A investigação do receptor hormonal (ER/PR) e HER2 orienta o tratamento.


O que você pode fazer hoje

– Se você tem 50–69 anos, mantenha a mamografia a cada dois anos.
– Adote hábitos protetores: atividade física, alimentação equilibrada e moderação no
álcool.
– Atenção a sinais persistentes e compareça às consultas.

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